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  • Problema nos servidores do Facebook causa prejuízo de US$ 6 bilhões

    Problema nos servidores do Facebook causa prejuízo de US$ 6 bilhões

    Esta segunda-feira (4/10) será um dia que Mark Zuckerberg tentará esquecer. Em poucas horas, o problema nos servidores derrubou o Facebook, Instagram e Whatsapp causou prejuízo de cerca de US$ 6 bilhões ao dono das três empresas, de acordo com informações da Bloomberg

    As ações da empresa de Zuckerberg, negociadas na Bolsa de Nasdaq, tiveram queda de 4,89%, sendo cotadas a US$ 326,23.

    Com a queda nas ações, o patrimônio do CEO do Facebook recuou para US$ 121,6 bilhões. Zuckerberg perdeu mais de US$ 18 bilhões desde o último dia 13 de setembro, quando acumulava uma riqueza de quase US$ 140 bilhões.

    O prejuízo fez com que Zuckerberg caísse para a quarta posição na lista de homens mais ricos do mundo, sendo ultrapassado por Bill Gates, proprietário da Microsoft, na lista Bloomberg Billionaires.

    Além da pane nos sistemas da empresa, Zuckerberg enfrenta um péssimo momento desde que o jornal Wall Street começou a publicar uma série de reportagens com base em documentos internos do Facebook. As histórias vazadas revelaram uma série de polêmicas minimizadas pela companhia, como a empresa ter conhecimento que o Instagram causava danos à saúde mental de adolescentes, e a rede de desinformação sobre o ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021.

    Fonte: Correio Braziliense

  • Empresas chinesas se unem contra Google Play Store

    As empresas chinesas de tecnologia Huawei, Xiaomi, Oppoe Vivo (não confunda com a operadora de mesmo nome; são entidades diferentes) trabalham em uma plataforma unificada de aplicativos que rivalizaria com a Play Store, disponibilizada pelo Google para celulares com Android. 

    A iniciativa batizada de Global Developer Service Alliance (GDSA) visa unificar o catálogo das lojas de apps das marcas com sede na China, onde a Play Store é proibida, e torná-las acessíveis a usuários de outros países. 

    Loja de apps das marcas chinesas poderia servir de alternativa ao domínio da Play Store — Foto: Bruno De Blasi/TechTudo

    Loja de apps das marcas chinesas poderia servir de alternativa ao domínio da Play Store — Foto: Bruno De Blasi/TechTudo 

    Segundo a agência de notícias Reuters, a GSDA ofereceria bases comuns para que desenvolvedores pudessem submeter programas com garantia de que o conteúdo estaria disponível nas lojas das fabricantes envolvidas no projeto, o que eliminaria a necessidade de publicação de um mesmo aplicativo em várias plataformas diferentes. 

    A medida não só permitiria que fabricantes chineses contornassem o monopólio do Google na distribuição de apps para Android mundo afora, como também ofereceria uma alternativa às fabricantes na tumultuada relação comercial entre Estados Unidos e China: a Huawei foi acusada de espionagem pelo governo Donald Trump. A gigante chinesa sequer pode vender celulares com a Play Store ativada no momento. 

    A princípio, o projeto funcionaria de forma simples: quando um desenvolvedor submetesse um programa para uma das lojas de Huawei, Xiaomi, Oppo ou Vivo, o aplicativo estaria automaticamente disponível nas distribuições de apps das demais marcas. 

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    O site oficial da GDSA já está no ar e oferece documentação para instruir desenvolvedores a respeito de como submeter aplicativos à plataforma. Além disso, a página promete que o serviço deve alcançar nove países diferentes num primeiro momento (não há menção clara a respeito da inclusão do Brasil no projeto). 

    Outro fator importante na iniciativa está na importância das marcas chinesas que, somadas, correspondem a 40% do mercado internacional de smartphones, parcela relevante que pode dar fôlego à iniciativa que visa contestar o domínio da Play Store. 

    Com informações de Reuters, Android Authority, The Verge

    Fonte: Techtudo